Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4


Coleção Linux Pocket Pro | Virtualização

Coleção Linux Pocket Pro | Hardware

Coleção Linux Pocket Pro | Administração de Redes

Coleção Linux Pocket Pro | Gerenciamento e desenho de Projetos

Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Em 2000, quando os sistemas de arquivos com o recurso de journalling (que evita longas esperas na recuperação em caso de falhas) ainda se resumiam ao então exótico ReiserFS, o canadense Daniel Phillips propôs um olhar totalmente diferente sobre o problema.
O sistema de arquivos que ele criou, o Tux2, inteiramente baseado no Ext2, não possuía um journal propriamente dito, baseando-se, em vez disso, num inteligente algoritmo (chamado Phase Trees) para manutenção de sua estrutura, com diversas semelhanças em relação ao avançado ZFS, da Sun Microsystems, que surgiria sete anos depois.
O agitado fórum Slashdot oferece uma boa descrição (em inglês) sobre “o sistema de arquivos que seria rei”, como diz o post -- e não o foi por alegações de que infringia patentes da NetApp.
No último dia 23, Daniel anunciou na LKML o início do desenvolvimento da próxima versão de seu sistema de arquivos, o Tux3, com uma descrição detalhada de seus principais recursos e características.
O controle de versões é parte central da estrutura do sistema, que conta, naturalmente, com a possibilidade de manter snapshots de arquivos, diretórios ou sistemas inteiros. Além disso, o Tux3 é adequado para uso tanto em mídias rotatórias (como discos rígidos) quanto em SSD (mídias Flash, por exemplo, como pendrives e o “disco” do Asus Eee PC).
O programador, trabalhando atualmente no Google, ressaltou os recursos de controle de versões do sistema de arquivos, principalmente a forma como reduzem o overhead de metadados criado pela alteração de arquivos. Ele também convidou programadores interessados para continuar o desenvolvimento.
Segundo Phillips, seu atual trabalho no Tux3 envolve a recuperação de grande quantidade de código do Tux2 e uma boa dose de “faxina”. A página do projeto ainda contém apenas um link para sua lista de discussão e outro para o repositório de código.
Ao lado de outras opções como Btrfs e Hammer (PDF), o Tux3 certamente contribuirá para uma nova leva de sistemas de arquivos de código aberto com altíssimo desempenho e grande robustez.