Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4


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Coleção Linux Pocket Pro | Administração de Redes

Coleção Linux Pocket Pro | Gerenciamento e desenho de Projetos

Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Embora a região Sudeste tenha a maior concentração de servidores no Brasil, é no Centro-Oeste que a porcentagem de empresas que adotam essa tecnologia é mais elevado. A conclusão é parte do estudo “Tendência de Investimentos e Utilização de Software Livre nas Empresas Brasileiras”, realizado pelo Instituto Sem Fronteiras e patrocinado por IBM, Intel, Itautec e Red Hat.
Após entrevistar cerca de 1090 executivos de TI de empresas brasileiras dos mais variados setores e tamanhos, as quais somam 65.340 servidores, o ISF revelou que a região onde se encontra a capital federal tem o Software Livre como sistema operacional em 78% de seus servidores.
Os autores do estudo afirmam que “os sistemas operacionais baseados em software livre adequam-se às especificações e expectativas técnicas de áreas em que há grande volume de transações e processamento de dados”, apontando que “muitas atividades de TI do segmento de governo enquadram-se em tais características.”
Das empresas pesquisadas, 45% não utilizam sistemas operacionais livres em seus servidores, enquanto 46% não utilizam aplicativos de Código Aberto nessas máquinas.
O estudo do ISF revelou ainda que, dentre as empresas que há 12 meses já utilizavam Software Livre como sistema operacional em seus servidores, 54% hoje fazem maior uso hoje, enquanto 44% mantiveram o volume e apenas 2% reduziram o uso dessa tecnologia no sistema operacional.
Contando todas apenas essas empresas, o crescimento médio da adoção do SL em servidores nos últimos 12 meses foi de 16%. No total das empresas pesquisadas, essa porcentagem é de 9%, já que 44% delas informaram não utilizar SL.
O ISF caracteriza a adoção do SL nas empresas brasileiras (56%) como ampla, apontando ainda que 7% das pesquisadas utilizam unicamente essa tecnologia em seus servidores.
Quanto aos órgãos federais presentes na região Centro-Oeste, onde 78% dos servidores se baseiam em Software Livre, os autores lembram ainda que os fatores segurança, interoperabilidade e disponibilidade são essenciais à estrutura de TI dessas instituições.
Confirmando a observação feita quanto aos PCs das empresas brasileiras, o estudo verificou que, em relação aos servidores, as maiores empresas (mais de 1.000 funcionários) utilizam mais Software Livre (71%) como sistema operacional do que as pequenas (menos de 99 funcionários, 27%).
A esse respeito, os autores pontuam, “[as maiores empresas] detêm mais servidores, estratégias de TI mais profissionais e maduras e maior necessidade de redução de custos.”
Já em relação às menores, afirmam que “geralmente, Desktop Servers, comuns em tais empresas, utilizam software proprietário como sistema operacional, pré-instalado de fábrica. Elas muitas vezes não possuem staff de TI qualificado à implementação e setup de servidores.”