

Coleção Linux Pocket Pro | Virtualização100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da virtualização com Xen. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Hardware100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo do hardware para computadores. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Administração de Redes100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da administração de redes Linux. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Gerenciamento e desenho de Projetos100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo de gerenciamento de projetos. Saiba mais

Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Em mais uma visita ao Brasil, Alex Pinchev, vice-presidente e presidente global de vendas, serviços e marketing da Red Hat, anunciou as mudanças planejadas pela empresa norte-americana para o ano fiscal que se inicia dentro de um mês. Segundo Pinchev, o novo CEO da empresa, Jim Whitehurst, já lhe está imprimindo um novo ritmo: atribuiu novas responsabilidades a executivos e mexeu nos relacionamentos entre áreas dentro da companhia.
Segundo o vice-presidente, as mudanças na Red Hat se devem a diversos fatores, como a crescente sofisticação dos softwares de Código Aberto e a globalização da própria empresa. O propósito da empresa também muda: "o mercado do Código Aberto ficou mais orientado ao cliente", afirmou Pinchev, "que não querem ser só clientes, mas parte da inovação". Com isso, o executivo definiu a nova estratégia impressa pelo novo CEO: "Para a Red Hat, tudo gira em torno do cliente".
Especificamente com relação ao mercado brasileiro, Alex afirmou que esse é um dos mercados que mais crescem no mundo, e o apoio do Governo Federal é fundamental. Além disso, outros diferenciais do Brasil são a compreensão da dinâmica e dos valores do Código Aberto pelas grandes empresas — "muito maior que na maioria dos outros países", colocou o executivo —, que enxergam como vantagem dessa tecnologia a velocidade de desenvolvimento e implementação, além, é claro, do menor custo.
Para interagir com o governo, a Red Hat tem uma vertical específica, além daquelas para telecomunicações, mercado financeiro e a chamada "Enterprise".
Alex Pinchev anunciou também o reforço e esclarecimento da política de parceiros comerciais da Red Hat: "parceiros são cruciais para nosso sucesso; 60% dos negócios da Red Hat vêm de parceiros", contabilizou. Segundo ele, "os parceiros sabem o que é o Código Aberto, e sabem vender Software Livre"; por isso, são tratados "como parte da Red Hat". Existe até um departamento de marketing exclusivo para os parceiros.
"A Red Hat começou no Brasil há dois anos, com aproximadamente 20 funcionários. Hoje, temos 60", colocou Julián Somodi, Gerente Geral da Red Hat para a América do Sul, também presente no evento. Ele acrescentou ainda que há planos de criação de novos escritórios da companhia em outras cidades do Brasil, mas não revelou quais, informando apenas que já existem equipes da empresa trabalhando em Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O gerente geral para a América Latina, Gabriel Szulik, acrescentou ainda que o Brasil possui "muitos talentos em Software Livre". "Essa é uma das características que buscamos nos países para aumentarmos nossa presença", disse. Os outros fatores — todos também presentes no Brasil, de acordo com o executivo — são uma economia forte, a compreensão do Software Livre nas empresas e o crescimento dos negócios.
Os negócios em torno do servidor de aplicações JBoss foram os que mais cresceram no último ano, segundo Gabriel. A expectativa para o próximo ano, portanto, é de 100% de crescimento. Por isso, o mercado de JBoss é estratégico para a Red Hat, assim como os de infra-estrutura (com a virtualização ocupando um papel fundamental) e o de gerenciamento (RHQ).
Os desenvolvedores do Projeto Mono, a implementação de código aberto da plataforma .Net, da Microsoft, acabaram de lançar a versão 2.0 do projeto.
Leia mais...