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Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

No Brasil, as grandes empresas são as principais usuárias de Software Livre. Essa foi uma das principais conclusões da pesquisa intitulada “Tendência de Investimentos e Utilização de Software Livre nas Empresas Brasileiras”, realizada ao longo de 2007 pelo Instituto Sem Fronteiras e patrocinada por IBM, Intel, Itautec e Red Hat.
Mais de mil executivos de empresas dos mais variados segmentos de mercado, como manufatura, serviços, governo, finanças, agribusiness, educação e petróleo participaram da pesquisa, que verificou que o Software Livre está presente em 73% das empresas com mais de 1.000 funcionários, enquanto 31% das menores (até 99 funcionários) utilizam essa inovadora tecnologia.
A conclusão do estudo surpreendeu muitos analistas, que creditavam à menor liquidez das pequenas empresas a opção pelos softwares de Código Aberto – como o Linux e o OpenOffice.org, por exemplo –, que têm como uma de suas características mais comuns o custo zero de licenciamento. Em forte contraste, os softwares proprietários (por exemplo, o Microsoft Windows ou o Office) são vendidos por seu fabricante, que cobra pelo uso de seu software.
Diante desses resultados, os autores do estudo concluíram que “as maiores empresas são menos permeáveis à pirataria em razão de sua maior capacidade de adquirir software proprietário ou de definir o uso de software livre, implementá-lo e geri-lo de forma eficiente”. Como conseqüência, embora tenham condições financeiras de pagar pelo uso de programas proprietários (caracterizando a referida impermeabilidade à pirataria), as grandes empresas optam pelas opções livres.
Amanhã serão publicados novos resultados da pesquisa no site da Linux Magazine. Aguarde e confira!
Harald Welte, desenvolvedor do kernel Linux conhecido entre outras coisas por ser fundador do projeto gpl-violations.org e o chefe do desenvolvimento original de arquitetura de sistemas do projeto OpenMoko, que há algum tempo foi contratado como consultor de estratégia Open Source da Via Technologies, começa a mostrar os primeiros resultados práticos do seu trabalho junto à fabricante taiwanesa de processadores e chipsets: a empresa acaba de liberar um driver de código aberto para as suas placas de vídeo.
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