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Certificação LPI-1 3ª Edição


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Linux Pro Ubuntu
Certificação LPI-2 2ª Edição
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Linux Pro Ubuntu + Easy Linux 16
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 8
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 5 a 8
Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A evolução do IPS
Os sistemas de prevenção/proteção contra intrusão (IPS) não são mais os mesmos
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O que está acontecendo com o projeto Gnome? Por que muitos falam em decadência nesse ambiente de desktop, que já foi (e ainda é) um dos mais utilizados pelos usuários Linux? Atualmente, a maior parte dos esforços no projeto Gnome está voltada cada vez mais à manutenção desse ambiente. Por um lado, isso é bom: com toda essa infra-estrutura técnica voltada à manutenção, cada vez mais aumenta a integração do sistema com outros projetos de softwares, e todos sabem que o aumento da integração do sistema leva a uma maior aceitação por parte de todos os usuários, principalmente pelos novatos, que buscam em um ambiente de desktop a constante facilidade de uso.
Por outro lado, as novidades lançadas não têm grande impacto. Como exemplos, temos um diálogo de impressão, uma nova biblioteca de imagem, entre outros. O projeto Gnome também passa por alguns apuros, como o desenvolvimento sem direção do projeto Evolution, sua vedete no que tange aos clientes de email. Sua aceitação como cliente acaba variando de distribuição em distribuição — em algumas, as melhorias são fantásticas, em outras, as piores. Ele acaba, na média, funcionando de forma adequada. E por que o Evolution varia tanto em funcionalidade dentro das distros? O projeto perdeu as rédeas do desenvolvimento desse programa a ponto de não haver uma padronização de boa funcionalidade dentro de cada Linux? Outro ponto interessante a respeito do Gnome, que não foi mencionado no artigo original, é em relação à performance. O KDE é visto pelos usuários como um consumidor de memória menos voraz que o Gnome. Em termos abstratos, o KDE seria mais leve.
Ao que parece, o projeto Gnome não está seguindo uma trilha evolucionária sadia. Quais escolhas o levaram a esse direcionamento? O caminho escolhido era favorável na época e simplesmente não se mostrou viável? É tarde demais para voltar atrás e tomar outro rumo? Um caminho interessante para um futuro mais sadio do Gnome estaria na integração completa de seu ambiente de desktop via Web. Talvez aprender com seus concorrentes do mundo de Código Aberto e (por que não?) com os de código fechado.... A integração com a Web parece meta nativa de todo o mercado digital. Num mundo no qual se profetiza que até sua geladeira se integrará a Web, por que não ter um ambiente de desktop totalmente integrado?
Mas, por outro lado, temos distribuições de grande impacto que adotam o Gnome, como principal (ou seria melhor dizer, único) ambiente de desktop. Preciso citar como exemplo o Ubuntu? Não me parece que eles se importem com a decadência "desktopiana" desse ambiente (para adjetivar o problema de vez). A nova versão do Ubuntu, a segunda a ter LTS (Long Term Support ou suporte estendido), utiliza o Gnome versão 2.22. Essa versão é rápida, leve e de fácil uso. Além disso, não lembro de ter visto nenhum usuário reclamando sobre seu desktop. Críticas infundadas? Ou o Ubuntu fez seu próprio tunning Gnome?
Saiba mais: Gnome in the age of decadence.
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